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Aprenda como investir em ações passo a passo

Como investir em ações na bolsa de valores em 10 passos simples
Como investir em ações na bolsa de valores em 10 passos simples

Saber como investir em ações na Bolsa pode parecer complicado à princípio. Neste guia você entenderá, de forma prática e objetiva, como ganhar dinheiro na Bolsa de Valores e alcançar o sucesso dos seus investimentos.

Para investir na Bolsa de Valores você precisa:

  1. Escolher uma boa corretora de valores
  2. Abrir uma conta de investimento
  3. Transferir o dinheiro
  4. Definir seus objetivos
  5. Traçar seu plano de investimento
  6. Escolher as ações
  7. Acessar o Home Broker
  8. Enviar sua ordem de compra
  9. Acompanhar a valorização
  10. Realizar os lucros

Para investir em ações na Bolsa de Valores você precisa abrir conta em uma corretora e transferir o dinheiro. Então, basta comprar as ações escolhidas através do Home Broker. Quando as ações se valorizarem, você vende e recebe os lucros.

O risco nesse tipo de investimento é que não ocorra o que você esperava e a ação se desvalorize. Mas fique tranquilo, pois existem diversas estratégias para minimizar este risco. Você também pode contar com a ajuda de analistas experientes no mercado, orientando como escolher as melhores oportunidades e como comprar ações e vendê-las na hora certa.

 

O principal custo no investimento em ações é a taxa de corretagem, que você paga diretamente para a corretora. Este valor é pago cada vez que você compra ou vende uma ação.

 

Embora seja um passo a passo bem simples para investir em ações, você precisa tomar algumas decisões e saber o momento certo de agir. Mas sabia que você não precisa fazer isso sozinho?

A equipe de analistas acompanha o mercado em tempo integral, atenta a qualquer oportunidade. Portanto, eles têm completo domínio sobre o momento exato de comprar e vender cada ação. E, para facilitar a sua vida e te colocar ao lado da maior probabilidade, eles te enviam essas recomendações em tempo real.

 

É isso mesmo! No momento em que surgir uma boa oportunidade no mercado, um analista te manda uma recomendação para comprar. Quando for a hora de encerrar a operação, ele te envia uma recomendação para vender.

 

Capítulo 1

O que são ações

Uma empresa é formada por um conjunto de ações. Sendo assim, cada ação é um pedaço dela. Quando você compra uma ou mais ações você se torna sócio daquela empresa, tendo direito a receber parte de seus lucros e, algumas vezes, votar em suas assembleias.

Capítulo 2

O que é a Bolsa de Valores

A Bolsa de Valores é o ambiente onde acontece essa troca de ações. Sua função é garantir que as negociações sejam realizadas de uma forma segura, eficiente e justa, e que você receba as ações quando comprar e o dinheiro quando vender. Ela também tem a função de guardar as suas ações em segurança.

A Bolsa de Valores do Brasil é a BM&F Bovespa e você pode pensar nela como aquela cena famosa de gritaria, mas isso não existe mais. Hoje em dia, as negociações são feitas de forma 100% eletrônica e automática.

O início dessa negociação é o IPO, que é a Oferta Pública Inicial. O IPO é quando uma empresa oferece suas ações pela primeira vez na Bolsa, em troca de capital para continuar crescendo. A partir daí temos duas situações:

  • Mercado Primário: É quando o investidor compra ações diretamente das empresas, portanto as ações vão para o investidor e quem recebe o dinheiro é a própria empresa.
  • Mercado Secundário: É quando as ações passam a ser negociadas entre os investidores e você compra ações de outro investidor. Neste caso, o dinheiro não vai mais para a empresa.

 

É no mercado secundário que acontece a maioria das negociações. Por isso, você precisa entender o mercado para saber como investir na Bolsa de Valores de uma forma segura e rentável.

 

Saber como comprar ações com bom potencial de retorno pode parecer complicado, mas não se preocupe, existem diversas estratégias pra isso e você não precisa tomar todas as decisões sozinho.

Como investir na Bolsa de Valores

A  solução completa que vai te ajudar  a entender como ganhar dinheiro na Bolsa de uma forma segura. Através dela você poderá aprender tudo sobre a Bolsa de Valores e terá uma equipe experiente de analistas, que acompanham o mercado diariamente, prontos para te dar a melhor orientação quanto aos seus investimentos.

Além de tirar qualquer dúvida que você tiver, eles irão te colocar à frente na corrida pelos bons resultados, identificando as melhores oportunidades da Bolsa e recomendando a hora certa de comprar e vender cada ação.

Dessa forma você não precisa se preocupar em monitorar o mercado o tempo todo, porque nós fazemos isso pra você!

Capítulo 3

Vantagens de aprender como investir na Bolsa de Valores

Não é difícil perceber como investir em ações na Bolsa de Valores oferece o maior potencial de retorno do mercado. E embora investir na Bolsa de Valores ainda não faça parte da cultura do brasileiro, o perfil dos investidores está mudando.

 

A quantidade de investidores na BM&F Bovespa, em 2002 era de 85.249 pessoas. Em 2016, já eram quase 560.000 investidores na Bolsa brasileira.

 

E a razão disso é clara: A Bolsa de Valores foi o melhor investimento de 2016. Em vista da inflação e comparado com outros investimentos, o Ibovespa teve uma rentabilidade de mais de 25% superior ao melhor título de renda fixa. E o mais importante: rentabilidade de mais de 32% acima da inflação.

 

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Mas como investir na Bolsa de Valores pode realmente afetar a sua vida?

A Bolsa de Valores é um lugar onde você pode sonhar grande. Onde você tem a chance de realizar sonhos que, à princípio, podem parecer muito difíceis, como viajar pelo mundo, comprar uma casa na praia ou até mesmo viver dos seus investimentos.

E você não precisa ser nenhum milionário para investir em ações e multiplicar o seu capital de uma forma fantástica. Com estratégia e disciplina, você pode atingir objetivos que antes pareciam impossíveis. E as grandes vantagens são que:

  • Você não precisa de muito dinheiro para começar a investir.
  • Não tem carência, você pode retirar seu dinheiro quando quiser ou precisar.
  • Tem um bom potencial de retorno a longo prazo.
  • Você também pode alcançar grande rentabilidade no curto prazo e ter um retorno mais rápido.
  • Você pode receber dividendos como participação no lucro das empresas.
  • É possível alugar suas ações e receber um valor extra.
  • A tributação do Imposto de Renda, na maioria das vezes, é menor do que na renda fixa, e você fica isento caso venda menos de R$ 20.000 em ações por mês.
  • Você pode ganhar na Bolsa até mesmo com a queda de uma ação.

Já passou o tempo em que as estratégias de ensino-aprendizagem consistiam apenas nos métodos tradicionais. As novas tecnologias se tornaram verdadeiras ferramentas pedagógicas, que incentivam os processos de escrita e leitura.

Essa abertura das instituições para o mundo digital é natural. Na Era da Informação, torna-se essencial integrar o humano e o tecnológico para alcançar novos patamares e quebrar paradigmas. É assim que o processo de aprendizagem é modificado e motiva o aluno.

A questão é: como utilizar essas ferramentas para incentivar a escrita e a leitura? Veja a resposta neste post!

FERRAMENTAS PEDAGÓGICAS: O QUE SÃO E COMO A TECNOLOGIA AUXILIA A EDUCAÇÃO?

As novas tecnologias como ferramentas pedagógicas no incentivo à escrita e leitura
As novas tecnologias como ferramentas pedagógicas no incentivo à escrita e leitura

Ferramentas pedagógicas são, em sentido amplo, instrumentos que facilitam o processo de aprendizagem. Mais que caracterizar determinado equipamento ou dispositivo, esse termo depende da intenção e da finalidade de quem o utiliza, isto é, contribuir com a educação efetiva do aluno.

Um exemplo simples de ferramenta é o computador. A máquina em si não favorece o aprendizado. No entanto, seu uso com o intuito de interação, manipulação e construção do conhecimento gera benefícios significativos para professores e estudantes.

Assim, fica claro que uma educação de qualidade depende da integração de diferentes tecnologias, a partir de uma visão inovadora. Entre os recursos disponíveis estão: audiovisuais, telemática, textuais, orais, corporais, musicais e até lúdicas.

Dentro desse escopo, o professor tem a chance de trabalhar diferentes assuntos. As opções metodológicas são variadas e permitem ao docente incentivar o conhecimento e a construção colaborativa da identidade do educando.

Portanto, mais que utilizar as tecnologias para elaborar um trabalho, essas ferramentas servem para adquirir conhecimentos, sanar dúvidas e agilizar o ensino-aprendizagem. Por isso, o ideal é trabalhar a inovação para que as ferramentas alcancem um propósito realmente eficaz.

QUAL A RELAÇÃO DAS FERRAMENTAS PEDAGÓGICAS COM O INCENTIVO À ESCRITA E LEITURA?

Muita gente afirma que o uso de dispositivos tecnológicos na educação levaria ao fim da escrita e da leitura. Essa afirmação é um mito. Afinal, diferentes iniciativas e estudos mostram o oposto.

Um exemplo é o projeto Audiolivro do Bem, da Escola Municipal Dr. Jairo Brum, de Guaporé (RS). Com o uso de instrumentos simples, ele conseguiu despertar a atenção dos estudantes. Tudo porque utilizou um gravador e um aplicativo de computador para recontar histórias. Os alunos fizeram a gravação como forma de radionovela. O benefício foi trabalhar questões básicas com os educandos. Em um primeiro momento, o objetivo foi estimular a leitura, já que muitos estudantes tinham dificuldades, mesmo estando no 5º ano. Em seguida, foram retirados livros das bibliotecas, porque foi verificado o prazer da leitura.

Assim, fica claro que os livros continuam sendo importantes e as ferramentas pedagógicas não os substituem. Na verdade, elas agregam à construção do conhecimento e tornam a experiência mais interessante. No exemplo citado, a regravação de histórias trabalha: oralidade, criatividade, socialização e leitura.

Em 2018, a maior Conferência de Tecnologia e Educação do mundo, a ISTE, em que o Prova Fácil esteve presente, mostrou que o uso de tecnologia para leitura e escrita não só é possível, como é também a mais nova tendência quando falamos de inteligência artificial e realidade aumentada. No caso da realidade aumentada, é possível promover outras formas de interação dos alunos com a leitura, ao passo que com a inteligência artificial é possível perceber padrões de escrita e dúvidas em textos e redações para ajudar a inferir na aprendizagem do aluno, ao passo que a realidade aumentada garante outras formas de interação com a leitura.

Os feedbacks de textos acontecem com a ajuda de vídeos e áudios. Esse retorno é indispensável para aprimorar a aprendizagem dos alunos e mostrar quais aspectos devem ser fortalecidos. Com ferramentas estratégias e inteligência pedagógica, são assinaladas as principais falhas dos estudantes para que os professores tenham tempo e instrumentos para reforçar as dificuldades existentes dos alunos ou das turmas e sanar as dúvidas.

POR QUE INCENTIVAR A ESCRITA E A LEITURA?

Apesar do crescimento do uso das tecnologias, principalmente do uso de vídeos e áudios (este último recebe atenção ainda mais especial nas tendências fortes para 2019), os docentes nunca devem abrir mão do incentivo à escritura e à leitura. Isso porque os dois aspectos têm relevância para o desenvolvimento humano.

Escritura e leitura são elementos de expressão fundamentais. Sem eles, é impossível compreender qualquer assunto educacional e ter uma visão crítica do mundo. É isso, inclusive, que indicam estudos como o da  Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que indicam que essas habilidades são determinantes para a mobilidade social e indicadores de sucesso de qualquer criança.

Achou exagerado? Basta pensar na sua rotina diária. Por mais que você trabalhe em outras áreas, a escrita e a leitura estão sempre presentes, desde uma ida ao supermercado até a redação de um e-mail ou realização de uma palestra. Nesse contexto, os principais motivos que justificam o incentivo a essas competências são:

  • desenvolvimento da capacidade de organizar ideias, pensamentos e argumentos, assim como de compartilhar informações e oferecer apoio a pontos-chave da discussão;
  • facilidade de reflexão, expressão e habilidades comunicativas, tanto na parte oral quanto escrita;
  • sentimento de realização porque o aluno finalizou um texto, o que leva à promoção da confiança e melhoria da produtividade pessoal em diferentes frentes;
  • criticidade em pensamentos e no processamento de informações devido à articulação escrita, bem como a melhoria do aprendizado visual, que é fortalecida pela escrita e pela leitura.

 COMO COLOCAR EM PRÁTICA?

Trabalhar as ferramentas pedagógicas em sala de aula é uma atividade que requer análise das opções disponíveis. Nesse momento, o importante é considerar as alternativas existentes e lembrar da integração necessária para a construção do conhecimento em sala de aula. Conheça algumas iniciativas possíveis e de que forma elas auxiliam o processo de ensino-aprendizagem.

 ADOTE UMA PLATAFORMA DE CORREÇÃO DE REDAÇÕES

Corrigir redações é uma atividade que leva tempo, porque exige análise crítica, verificação de questões gramaticais e indicação dos pontos a serem melhorados. Ao escolher uma plataforma de correção e ensino de redações, os professores têm acesso aos dados dos estudantes e focam ações estratégicas com base nos resultados obtidos.

Por meio dos pontos de atenção, é preciso estimular a leitura e a interpretação de textos, assim como detectar as principais falhas de escrita. Assim, é possível trabalhar individualmente para aperfeiçoar as habilidades, o pensamento crítico e a organização das ideias.

 APOSTE NOS RECURSOS DA IA

Utilizar a inteligência artificial e as tecnologias abrangidas (como o machine learning) é uma maneira eficiente de corrigir provas e ter acesso a dados estatísticos com facilidade. O próprio sistema identifica padrões e faz sugestões de acordo com os critérios especificados. Assim, alunos e professores têm acesso a informações inteligentes, que geram melhorias para a construção do conhecimento.

 USE QUESTÕES DISSERTATIVAS EM AVALIAÇÕES

Colocar questões dissertativas nas provas é indispensável, porque ajuda o aluno a melhorar sua escrita e a leitura. A vantagem é que elas são adicionadas a qualquer disciplina. No entanto, nem sempre os docentes optam por essa modalidade devido ao trabalho para formular e corrigir as perguntas.

É aí que entram os sistemas de gestão de provas. Com eles, o professor seleciona questões já disponíveis ou cria as que achar necessário. Após a resposta dos alunos, os textos são enviados para a plataforma por meio de uma digitalização e professores especializados fazem a correção.

Ao mesmo tempo, há indicação dos erros e inserção de links e explicações que fortalecem o assunto a ser aprendido.

CONTE COM PLATAFORMAS QUE POSSIBILITEM O ENSINO ADAPTATIVO

Aplicar o ensino adaptativo significa reconhecer as individualidades de cada estudante e entender de que maneiras é possível estimular o ensino-aprendizagem daquele aluno. Em palavras mais simples, a ideia é transmitir os conteúdos de maneira a potencializar a  agregação de conhecimentos.

Com as plataformas adequadas, o professor consegue utilizar diferentes matrizes de referência para, então, avaliar a aplicação e a preparação dos conteúdos. Assim, é possível identificar engajar o educando na construção do conhecimento e estimulá-lo.

Ao mesmo tempo, os relatórios gerados pelos sistemas de gestão de provas facilitam a identificação de necessidades e permitem ao docente ter mais tempo para traçar ideias estratégicas, focada nas demandas de cada estudante.

Em suma, fica claro que as ferramentas pedagógicas são utilizadas de maneira distinta e precisam ser adequadas à faixa etária do aluno. De qualquer forma, são importantes instrumentos para melhorar a aprendizagem e incentivar a leitura e a escrita em qualquer disciplina. O resultado é um ensino mais adaptado às necessidades dos alunos e em sintonia com o mundo digital, que exige integração de conhecimentos e desenvolvimento de competências e habilidades.

Gostou de entender mais sobre as possibilidades de integrar as ferramentas pedagógicas no incentivo à escrita e à leitura? Conheça o Prova Fácil, sistema de gestão de provas, e leve sua instituição de ensino ao topo!

Um dos conteúdos mais compartilhados no Facebook nesta quinta-feira é a história de Hessy Taft que, em 1935, ganhou um concurso e serviu como modelo de bebê ariano para uma revista alemã nazista. Mas, como ela revelou no mês passado à USC Shoah Foundation, na verdade, ela é judia.

Hessy conta que um fotógrafo enviou a sua foto para o concurso para “ridicularizar os nazistas”. Depois disso, a família de Hessy manteve a filha escondida, com medo que fosse descoberta. Atualmente, ela vive em Nova York e é professora de Química na Universidade Católica de St. John.

A foto ganhadora de um concurso que escolheu o “bebê ariano ideal”, promovido pelo partido nazista alemão em 1935 era, na verdade, de uma criança judia. A afirmação foi feita pela professora Hessy Taft, 80, protagonista da foto, ao jornal alemão “Bild”.

Antes de a 2ª Guerra Mundial começar, a mãe de Hessy Taft, então com seis meses, levou a menina para ser fotografada por Hans Ballin em Berlim, capital da Alemanha.

A mãe de Hessy teria ficado surpresa e com medo ao ver a foto da menina estampada na capa da revista nazista “Sonne ins Haus.” Ela retornou ao estúdio de Ballin para indagá-lo sobre o fato. Ele confessou ter enviado a foto de Hassy para o concurso do “bebê ariano perfeito”. “Eu queria ridicularizar os nazistas”, teria dito Hans à mãe da criança.

professora Hessy Taft

Os pais mantiveram a menina escondida depois do incidente, com medo de que a sua identidade judia fosse descoberta. Além da capa da revista, a foto de Hessy passou a circular amplamente em cartões postais da propaganda nazista.

“Agora eu posso dar risada”, disse Hassy ao “Bild”. “Porém, se os nazistas soubessem [naquela época] quem eu realmente era, eu não estaria viva.” Ela diz ter alguma “satisfação” na “pequena vingança” da qual fez parte involuntariamente.

O pai de Hessy chegou a ser preso pela Gestapo em 1938, mas com a intervenção de seu contador, membro do partido nazista, acabou libertado. Depois da prisão, a família mudou-se para Paris.

Hessy, que trabalha como professora de química em Nova York (EUA), doou o exemplar da revista com a foto na capa ao Memorial do Holocausto Yad Vashem, em Israel. (Com Telegraph)